09/08/07
Ares da serra
03/08/07
Jukebox
"A música Indie, frequentemente abreviada como Indie de Independente, é um termo originalmente usado para descrever géneros, estilos e outros atributos culturais da música sendo caracterizada pela sua independência das companhias discográficas mais comerciais e pela sua abordagem autónoma ao modo como escolhem gravar, editar e apresentar a sua música ao público. Desde que surgiu, este termo tem ganho popularidade, e é actualmente utilizado para descrever aquelas bandas cuja música se distancia do considerado comercial/mainstream. Deste modo, não será menos correcto usar esta expressão como um sinónimo de música alternativa ou underground. Indie Rock e Indie Pop são talvez os géneros mais comuns que se inserem neste estilo de som. A diferença entre estes dois não é fácil de estabelecer, uma vez que ambos os géneros usam uma instrumentalidade semelhante, porém, as opiniões a respeito das suas diferenças tem dividido muitas opiniões e não só, existem também os que não concordam com a colocação de um autocolante na testa das bandas. Mesmo assim, existem bandas que claramente pesam mais para um lado, como é o exemplo dos belíssimos Smiths no indie pop".
A pedido de diversas pessoas, aqui estão as ligações para as músicas. Peço desculpa ainda não ter um leitorzinho, mas está a caminho, assim que aprender como se faz...lol...Se alguém eventualmente souber como, agradecia imenso que mo ensinassem =)
A - 1: Just Like Honey
B - 2: Teen Age Riot
C - 3: Wail
D - 4: Gigantic
E - 5: I am a Scientist
F - 6: Freak Scene
G - 7: Summer Babe
H - 8: Black History Month
J - 9: Bigmouth Strikes Again
K - 10: Have You Forgotten
Gostava de por muitas outras bandas, e mais músicas das bandas que aqui estão, mas as minhas mariquices estéticas não me deixaram trespassar os limites da minha Jukebox pequenina...lol Para os fãs incondicionais de certas bandas que aqui estão, peço desculpa não ter posto todas as músicas que sugeriram...fica para a próxima semana, Smells like indie: a sequela =)
Resta-me despedir-me, disfrutem!!
Abraços e beijinhos
pL.
27/07/07
Olá vida
Hoje chorei, mas de alegria. Lembro-me da última vez que chorei de emoção, foi no concerto de Arcade Fire no SBSR, e sinceramente não pensei que isso voltasse a acontecer. Aquelas lagrimas caíram-me juntamente com um sorriso enorme estampado no rosto e uma sensação de êxtase que nunca pensei sentir, foi incrível. Mas não tão incrível como hoje. O dia de hoje superou tudo, largamente! 26/07/07
Fool me once, shame on you. Fool me twice, shame on me
Parece que cada vez há mais lobos em pele de cordeiro, filhos da mãe com licenciaturas em usar e jogar fora, às vezes até pós-graduações (geralmente na área da verdade camuflada). Flores e sorrisos? Podes mete-las num sitio que eu cá sei. Eu cá não sou descartável, põe-te a milhas.
25/07/07
Time waits for no one but me
making my life a living hell
making sure that time goes around
ringing inside my head like a bell
How i wish i could turn all this around
Clean up all this fucking mess in my heart
But the clock keeps tickin' in the same old ground
And i just can't catch up
And it just tears me apart
Smashed my watch with a hammer
Screwed my head with harsh words
Gotta run faster
Gotta fly like the birds
Got all the time in the world
But i keep wasting the one that passes by
Making a mess out of myself
Oh and i just don't know why
And the clock keeps tickin'
Just like an announcement for disappointment
For is sure that i'll screw it up again
'Cause i'm just stuck in the moment
Smashed my watch with a hammer
Screwed my head with harsh words
Gotta run faster
Gotta fly like the birds
Can't help thinkin' time waits for no one but me
Am i really worth it?
That's what we'll see
L.
Quando não há nada para fazer, faz-se qualquer coisa, há quem leia a maria, hoje deu-me pra isto. Ignorem sfv
19/07/07
E porquê?
14/07/07
Caixinha dos tesouros
02/07/07
52ª Exposição Internacional de Arte da Bienal de Veneza
Ângela Ferreira é a artista portuguesa que representa o nosso país neste evento, estando a representação oficial, organização e produção da mesma, a cabo do Instituto das Artes e sendo esta ainda, comissariada por Jürgen Bock.
Eis algumas das peças.

Hyungkoo Lee-Koreia (Peça da colecção "The objectual series")
26/06/07
23/06/07
Qual o futuro do amor?
É verdade que estamos no século XXI, tudo progride, tudo avança... ou pelo menos quase tudo. Dou por mim a pensar que há certas coisas que deviam ficar estáticas no tempo, certos princípios que deviam permanecer inalteráveis para sempre. É certo que ao longo dos tempos sempre houve dor, mentira, mágoa, tristeza, mas não consigo deixar de sentir que cada vez mais as pessoas se espezinham a troco de nada, se magoam a troco de nada, enquanto fazem tudo isto com um sorriso nos lábios e um olhar de relance por cima do ombro. Às vezes penso que para ser normal e para que não me vejam como uma "weirdo", tenho que atropelar tudo e todos, agir com indiferença, caminhar de queixo erguido, ignorar os sentimentos dos outros. Desculpem mas recuso-me a viver num mundo em que os homens tratam as mulheres como merda e elas não só parecem gostar, como também isso parece não as afectar minimamente. E qual é a explicação? Estão habituadas. Cada vez que pensarem que a mulher se emancipou consideravelmente ao longo dos tempos, pensem de novo, pois a única coisa que conquistámos ao longo do tempo foi o direito de voto e o facto de podermos usar saias pelas virilhas na rua e não sermos chamadas de putas. Não estou a pensar montar aqui um discurso pseudo-feminista, nem a defender as mulheres de nada, porque se há uma coisa que a vida me ensinou, é que não há vitimas, só sobreviventes. O que me parece é que os homens não sabem o que querem e as mulheres andam ao sabor da maré, cedendo atónitamente a tudo o que se lhes afigura. Perguntem a qualquer mulher, "o que queres de uma relação?", a mulher que está sozinha, enverga os seus princípios até puder, até chegar alguem que não pensa da mesma maneira e os princípios vão todos à fava. E porquê? Desculpem minhas amigas mas as mulheres estão desesperadas, custa a admitir, custa a ver, custa a encarar, mas é tão claro e tão óbvio. Como um grande amigo sempre disse, "basta meia hora de música e já está". Meia hora de música, meia hora de conversa que vocês querem ouvir, de frases que há tanto esperam ouvir, da atenção que há tanto tempo querem só para vocês, e os princípios vão todos ao ar, esquecem-se do que queriam, e a partir deste momento, em que as defesas baixam,qualquer um serve. Vivemos numa sociedade em que infelizmente as pessoas são conformistas demais, em que as pessoas vêm o "estar sozinho" como um vírus ou uma qualquer doença a evitar. Está bem que vivemos numa sociedade de consumo, mas o que me parece é que ainda ninguem se lembrou de começar a consumir amor, e o triste resultado são os namoros "fast-food", que pouco ou nada têm de amor. Começam tão rápido como o pedido na caixa e acabam tão rapido como quando se aborrecem ou conhecem alguém melhor. E parar para pensar?A mim soa-me bem, parar para pensar se devemos começar uma coisa cujo futuro é demasiado incerto ou na qual não vêm futuro nenhum. Para quê andar por andar? Para quê comer um hoje a amanhã outro? Será que já ninguem valoriza o "click", a ligação sentimental, a empatia entre duas pessoas? Gostava de acreditar que as coisas não se reumem a umas mamas grandes e a um sorriso engraçado, mas infelizmente é isso que vejo por toda a parte. Começando pelas curtes e os amigos coloridos, essa tal espécie de test drive antes de comprar o carro, mas que curiosamente nunca acaba com uma compra. Miúdas, chega de se deixarem enganar pelo "grande querido" (já dizia a minha Dida) que diz que vos adora, vos salta pra cueca e desaparece sem deixar rasto. Sejam exigentes, sejam pacientes porque a pressa é a inimiga da perfeição e sinceramente...mais vale estar só do que mal acompanhado. A auto - estima é a melhor coisa que a mulher pode resgatar de sí própria, ao amar-se a sí própria e ao respeitar-se a sí própria primeiro que tudo, estão a dar o primeiro passo para algo muito positivo. Nesta sociedade de relações desligadas, de promessas distantes e infidelidades, não há lugar para o amor enquanto as pessoas não estiverem dispostas a procurá-lo. Procurá-lo em palavras e desejos sinceros, por mais ridículos que pareçam, não tendo medo da solidão que por vezes passa por todos nós, porque ela assim o é, passageira, se o desejarmos. Já dizia o morrissey, some girls are bigger than others, ah pois são, mas onde estão elas?
Sinto falta do amor romântico, do amor puro, sem segundas intenções, sem mentiras e trapaceirices, amor a dois e não a três, sem rodeios, sem traições, sem dor e sem mágoa. Sinto falta do que nunca tive, e ao mesmo tempo não vejo a hora de o ter, e assim deviamos ter todos nós. Seja na pureza e sinceridade de um olhar, seja num "gosto mesmo de ti rapariga!", seja num beijo envergonhado, sinto falta de tudo isso, e não vejo a hora de acordar deste sonho estúpido de 23 anos em que as mulheres fazem tudo para que gostem delas, sem uma réstia de amor próprio.
Quando é que o mundo ficou assim?
Espero que isto toque alguém, porque já vai estando na hora, e pra me despedir, o sam vai tocar para vocês, play it sam...
12/06/07
A Pantera cor-de-rosa e o gato pelado
Penso que uma questão muito importante, é a escassez de paredes autorizadas em que os artistas possam apresentar o seu trabalho, e esta escassez é real. O governo afirma que existem paredes autorizadas, porém não existem em número suficiente, talvez pela dificuldade que há em assumir e aceitar o grafitti como uma forma de arte, ou talvez por se sentir ameaçado pelas mensagens subliminares ou mesmo directas que nele possam ser expressadas. Chamo então a atenção para as mensagens pacifistas anti-guerra, e para as mensagens anti-consumismo e anti-capitalismo, e para o facto de que muitos dos stencils realizados por Banksy possam não ser do agrado do governo do reino unido, por contrariar os princípios pelos quais este se rege, como por exemplo, o descarado luxo e extravagância no modo de vida da familia real, enquanto uma grande fatia social da população inglesa vive no limiar da pobreza.
O grafitti não é algo de novo na sociedade, e existe desde o tempo de civilizações como a Grécia antiga ou o império Romano. Esta forma de expressão artística sofreu mudanças ao longo do tempo até evoluir para o que é considerado o "grafitti moderno". Mas algo manteve-se sempre imutável: o facto de esta forma de arte poder ser usada para comunicar mensagens políticas e sociais. É tambem importante alertar para o facto que o grafitti BEM FEITO é considerado uma forma de arte moderna nos dias de hoje, sendo possível vê-los em galerias por todo o mundo.
Mirko Reisser (2005). Obra exposta em galeria alemã.
08/06/07
Poder Subversivo
«A lot of people never use their initiative because no-one told them to.»
O que é Banksy? Ou melhor, quem é Banksy? Resposta simples, redutora e manifestamente não-original: trata-se de um artista urbano de nacionalidade britânica que se exprime através de stencils e grafittis e raramente se deixa fotografar, embora nem por isso deixe de ser mundialmente famoso, no bom sentido do termo. Ou seja, "famoso", essencialmente pelo seu trabalho, pela sua arte-intervenção, exibida de forma totalmente gratuita nas paredes sujas, ruelas estreitas e becos sem saída das grandes urbes industriais britânicas, ou em lugares tão inóspitos quanto os territórios "ocupados" palestinianos; e não pelas suas origens genealógicas, mero status social ou algo do mesmo género feudal.
Subversão e provocação são duas palavras-chave em Banksy, dois tipos de acção que não agradam nada à habitual horda aristocrática, pedante e conservadora de puristas, moralistas, elitistas e vários outros senhores "istas" a quem Banksy responde com uma das suas melhores armas, o sarcasmo: «o grafitti não é a mais baixa forma de arte, apesar de termos de andar escondidos à noite e mentir à nossa mãe. É na verdade a mais honesta forma de arte ao nosso dispor.»
Uma deliciosa ironia que remete para um dos seus muitos inimigos de estimação: os museus de arte, santuários do "bom gosto" institucionalizado que Banksy se divertiu a profanar há uns tempos atrás. Saltou então para as páginas dos jornais ao colocar trabalhos da sua autoria nas paredes de três dos mais famosos museus de arte contemporânea do mundo, de Londres a Nova Iorque, lado a lado com os grandes mestres do bom gosto. O mais hilariante é que os guardiões dos referidos santuários demoraram várias semanas a reparar nos O.E.N.I. (Objectos Estáticos Não-Identificados) que incluíam helicópteros a irromper por paisagens impressionistas ao estilo de Monet ou a Mona Lisa de Da Vinci a segurar um lança-rockets entre outras preciosidades que foram vistas e apreciadas pelos visitantes dos museus sem, aparentemente, qualquer tipo de estranheza.
Não raras vezes, Banksy foi detido por delito de...expressividade. Nada que o demova, porém, da sua missão possível: subverter, provocar e, nos tempos livres, gozar literalmente com as ditas autoridades. Ao ponto de, em delírio absoluto, desenhar dois polícias do sexo masculino, vestidos com a tradicional farda britânica, a beijarem-se em plena via pública; ou um soldado da coroa britânica, também fardado e de espingarda, a urinar no passeio; ou um outro soldado a escrever na parede a velha máxima "God save the Quee..." (lançando a dúvida sobre se se trata de "Queen" ou "Queer"). Banksy refere que «as pessoas que gerem as nossas cidades não entendem os grafittis porque julgam que nada tem o direito a existir se não obtiver lucro. Mas se apenas valorizas o dinheiro, a tua opinião não tem qualquer valor.»
Banksy refere que os maiores crimes no mundo não são cometidos por pessoas que cumprem as regras, mas por pessoas que cumprem as regras. «São as pessoas que aceitam as ordens, que lançam bombas e massacram populações. A desobediência passa por gozar com as ordens, ao colocar avisos nas paredes em formato stencil, designando-as como "área autorizada de grafittis" e, simultaneamente, proibindo a afixação de anúncios publicitários.»
«Gosto de pensar que tenho tomates para me insurgir anonimamente numa democracia ocidental e defender causas em que mais ninguém acredita, como a paz, a justiça e a liberdade», sustenta. Não por acaso muitos dos seus desenhos são mensagens pacifistas, como uma menina de saias a abraçar um rocket; ou aquele helicóptero de guerra ornamentado com um pequeno laçarote cor-de-rosa...simplesmente delicioso.Miranda July não faria melhor.
Banksy vai ao Museu
in umbigo
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Monstra em Lisboa
Monstra 2007 - Festival de Cinema de Animação de Lisboa19/05/07
Mini é mais

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Kickoff - Concurso Novos Designers Continente
08/05/07
Jovens Criadores 2007
07/05/07
01/05/07
Mapa Kyoto
Rua das Oliveiras, 44 R/C (junto à Faculdade de Filosofia)
Aberto de 2.ª a 6.ª - das 14:00h às 20:00h
Sábado - das 11:00h às 14:00h e 15:00h às 20:00h
Telefone: 913 646 305 / www.mapakyoto.blogspot.com
A minha escolha...
Saia Skunkfunk. De cetim preto, tem a cintura baixa com uma faixa larga e apenas um bolso no lado direito.No cós de baixo as pregas reunem-se num elástico muito suave que proporciona uma ligeira forma em balão. Muito linda...









